Inhotim 2015

Inhotim 2015
Este blog é um espaço cultural que tem por objetivo mostrar fatos atuais e aspectos importantes da área de Artes e Atualidades. É mantido por alunos de uma turma de 9º ano A do Ensino Fundamental Maior, do Colégio Clita Batista. Foi construído com o objetivo de levar à sociedade um conjunto de informações e conhecimentos; realizar associações, produzir textos criativos e despertar a consciência crítica.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Vulcão japonês entra em erupção

30/06/2015

Vulcão japonês entra em erupção

Erupção no Monte Hakone colocou as autoridades em alerta.
Até o momento, não há informações sobre danos ou vítimas.


A erupção de um vulcão no Monte Hakone, no Japão, colocou as autoridades em alerta. A Agência Meteorológica do Japão (JMA, sigla em inglês) ordenou nesta terça-feira (30) a evacuação do entorno do Monte, situado a cerca de 80 quilômetros de Tóquio, após confirmar uma pequena erupção no vulcão.
O vulcão fica em uma área turística muito frequentada nessa época do ano.
A Agência Meteorológica japonesa informou que a erupção é pequena, mas não descarta que ela aumente e afete uma área mais ampla.
A zona que deverá ser evacuada fica no vale de Owakudani, na encosta do monte, onde há duas casas, oito hotéis e hostels, uma casa de banhos medicinais, uma empresa e 12 casas que são alugadas para os veranistas. Nesse local, residem no total umas 40 pessoas, informou a emissora pública "NHK".
Por causa da erupção, a JMA elevou o nível de alerta para 3, de um total de cinco, o que significa que as pessoas não devem se aproximar do entorno do monte, segundo o órgão.
O novo nível de alerta proíbe o acesso a um perímetro de 1 quilômetro no entorno do vale de Owakudani, uma conhecida área de águas termais na encosta do Monte Hakone, que vem sento estritamente monitorada desde maio, quando a JMA detectou a possibilidade de uma erupção pelo aumento da atividade sísmica nos arredores do vulcão.
A agência alertou para o perigo de deslizamentos de terra e da possibilidade que nuvens de cinza sejam expelidas pelo vulcão na região de Owakudani.
Até o momento, não há informações de danos nem de feridos.
Roberta

Foguete explode durante decolagem da cápsula Dragon da SpaceX

28/06/2015 
Foguete explode durante decolagem da cápsula Dragon da SpaceX

Missão levaria suprimentos para a Estação Espacial Internacional.
Seria a 7ª viagem da empresa privada, que fez contrato com a Nasa.


Carga de alimentos e equipamentos se desintegrou no espaço (Foto: REUTERS/Mike Brown)
Momento do lançamento do foguete, no Cabo Canaveral (Foto: AP Photo/John Raoux)
O foguete não tripulado Falcon 9, da empresa espacial privada SpaceX, explodiu minutos após a decolagem em Cabo Canaveral, na Flórida (sul dos Estados Unidos) neste domingo (28), como parte de uma missão para levar suprimentos para a Estação Espacial Internacional.
"O veículo explodiu", afirmou o comentarista da Nasa George Diller, depois que a agência espacial mostrou imagens do foguete se desintegrando em pedaços, segundo a agência France Press.
O foguete começou a decolagem às 11h21 (de Brasília), na sétima missão da empresa privada para a Nasa. No Twitter, Elon Musk, dono da SpaceX, afirmou que o foguete teve um problema ainda antes de desligarem os foguetes do primeiro estágio. A equipe está investigando o que aconteceu.
De acordo com a Nasa, os propulsores do primeiro estágio deveriam ser desligados 159 segundos depois do lançamento, quando a espaçonave já estaria viajando a 10 vezes a velocidade do som. A explosão ocorreu a uma altitude de 44 km.
Além de comida e experimentos, a cápsula Dragon levaria peças para um futuro ponto de acoplamento de voos comerciais na Estação Espacial. As 2 últimas tentativas de mandar suprimentos aos astronautas da estação falharam. A SpaceX pretende lançar sua primeira missão tripulada em 2017.
Roberta

Áudio no WhatsApp revela música inédita de Cristiano Araújo

30/06/2015

Áudio no WhatsApp revela música inédita de Cristiano Araújo

Cantor enviou música acústica para diretor de hospital de Barretos (SP).
Letra traz nos versos declaração apaixonada a amor não correspondido.


Um áudio enviado por WhatsApp pelo cantor Cristiano Araújo, em abril deste ano, revela uma música inédita do artista em formato acústico. A letra da música - ainda sem título - traz em seus versos uma declaração apaixonada a um amor não correspondido. Cristiano Araújo e a namorada Allana Moraes morreram no dia 24, após um acidente de carro, em Goiás.

A canção em piano e voz foi enviada para o diretor-geral do Hospital de Câncer de Barretos, Henrique Prata, após a participação de Cristiano Araújo em um show em prol da instituição para a gravação de um DVD, previsto inicialmente para ser lançado no final do ano. “Como fã, eu disse para ele que estava sentindo falta de não ter uma música acústica no trabalho mais recente dele e ele disse que eu não ficaria”, contou Prata sobre o encontro, em 7 de abril.
Segundo o diretor do hospital, Cristiano Araújo mandou o áudio com a música no dia seguinte ao pedido. “Mandou no meu WhatsApp a música que não estava no DVD, 24 horas depois, dizendo ‘essa música é do jeito que você gosta que eu cante’. Esse era ele, uma pessoa extremamente humilde e carinhosa”, afirmou o administrador.
A música traz na letra uma declaração apaixonada após uma desilusão amorosa. “De novo vem pra mim/ É sempre assim/ Até que um dia eu possa me redimir/ Por fim nessa paixão/ E dominar de vez essa ilusão do coração”, diz o refrão da letra.
A Som Livre, gravadora de Cristiano Araújo não informou se a música faria parte de algum novo trabalho do cantor.
Link: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2015/06/musica-inedita-de-cristiano-araujo-fala-sobre-saudade-e-solidao-ouca.html
Roberta

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Casos de pirataria na Somália

          O crime de pirataria na costa da Somália.
   Ainda que os “piratas” sejam mais conhecidos por nós através dos filmes hollywoodianos, a verdade é que eles ainda existem e estão auferindo lucros exorbitantes com essa atividade, capazes de gerar inveja no Capitão Jack Sparrow.
O uso do termo “pirata”, para descrever aqueles que seqüestravam os navios, remonta à Grécia antiga. A pirataria marítima, apesar de ser um fenômeno com séculos de existência, só muito recentemente tem tido um enquadramento legal a nível internacional.
Hoje em dia, considera-se que mais de 90% do comércio mundial é transportado por via marítima. Estes navios são tripulados por cerca de um milhão de homens de quase todas as nações do mundo. O comércio por mar tornou-se vital para o crescimento e sustentação econômica de muitos Estados. Diante desse quadro, o crime tem ganhado muita importância para o Direito Internacional.
Analisando o caso específico da Somália, veremos que a origem da pirataria no país é um reflexo de um Estado enfraquecido, sem um governo capaz de impor as leis e fiscalizar o uso destas. Veremos então que os malefícios de um Estado falido atingem não apenas a população local, mas também a comunidade internacional.
  A definição de “Pirataria” que ganhou notoriedade pública à luz da legislação internacional foi definida na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, realizada em Dezembro de 1982, na Jamaica. Não obstante, a primeira definição para o termo no ordenamento internacional, ocorreu na Convenção do Mar Alto, realizada em Genebra, em 1958. A conceituação era semelhante em ambos os Estatutos e era precária porque não abrangia os atos praticados no mar territorial, o que permitia que os piratas que atuassem nessa área ficassem numa situação de impunidade perante as leis internacionais.
O artigo 101 da Convenção sobre o Direito do Mar define, então, “Pirataria” da seguinte forma:
“a) Todo o ato ilícito de violência ou de detenção ou todo o ato de depredação cometidos, para fins privados, pela tripulação ou pelos passageiros de um navio ou de uma aeronave privados, e dirigidos contra:
i) Um navio ou uma aeronave em alto mar ou pessoas ou bens a bordo dos mesmos;
ii) Um navio ou uma aeronave, pessoas ou bens em lugar não submetido à jurisdição de algum Estado;
b) Todo o ato de participação voluntária na utilização de um navio ou de uma aeronave, quando aquele que o pratica tenha conhecimento de fatos que dêem a esse navio ou a essa aeronave o caráter de navio ou aeronave pirata;
c) Toda a ação que tenha por fim incitar ou ajudar intencionalmente a cometer um dos atos enunciados na alínea a) ou b).”
Nessa Convenção também foram definidos outros conceitos importantes para o Direito Internacional, como por exemplo, mar territorial. Esse, segundo define o ilustre professor Dr. Jônatas Machado, corresponde à faixa de “12 milhas marítimas a partir do ponto mais baixo da baixa-mar, devidamente reconhecido pelo Estado costeiro”, sobre o qual se estende a sua soberania. Segundo a Convenção, os navios estrangeiros estão sujeitos à jurisdição do Estado em cujas águas se encontrem, excetuados os navios militares e os de Estado, que gozam de imunidade de jurisdição.

Funk Ostentação: A melodia do consumo?

O movimento que teve origem na periferia passa a simbolizar aspectos que estão bem longe dela
Por Jeferson Gonçalves (jefmgoncalves@gmail.com)
Quando caminhamos pela Rua Oscar Freire mal percebemos a quantidade de marcas que desfilam em seus “modelos” por nossa visão e dizemos – é normal, oras. A questão que nos gera discussão é: como que esse garoto da periferia tem o mesmo tênis que eu? É inegável e até infantil ignorar que vivemos uma perfeita cultura de consumo em que o próprio consumo é o eixo central de todas as interações sociais e, sendo assim, ele acaba se tornando um eixo central de um movimento artístico e cultural que antes era fundamentado na originalidade.
O funk tem sua origem no morro, na periferia, na comunidade, e representa esse lugar, tornou-se, até, patrimônio cultural do Rio de Janeiro. Aborda, na linguagem do local, o estilo de vida, a dificuldade, a exclusão social e a violência que assombra essas regiões. Ele tem, portanto, um caráter de ser crítico, de ser uma via de manifesto de opinião, mas peca ao representar uma realidade tão distante da vivida por tantos. Um movimento que representava o coletivo em suas melodias, começa a representar o único, o individual.
MC Guime, a estrela do Funk Ostentação.
MC Guime, a estrela do Funk Ostentação. Imagem: chiveta.com
“Contando os plaque de 100, dentro de um Citroën”
O funk ostentação ganhou público com suas letras e exaltação à marcas e produtos de alto valor mercantil e passou até ditar moda: a moda do ostentar. Quanto mais marca você carregar consigo, mais está exibindo o “seu” valor, o que importa é o brilho do ouro em seus braços e pescoços, o fundamental é deixar bem visível o símbolo do tênis e do boné aba reta que veio ali dos EUA.
MC Guime, um dos expoentes dessa nova forma de fazer o funk tem origem humilde, chegou a trabalhar em uma quitanda durante a adolescência e hoje fatura de 25 a 30 mil reais em cada noite e 500 mil por mês. E é essa origem que liga todos esses funkeiros. A origem humilde, a origem no morro é como se fosse uma pré-disposição para tornar-se um funkeiro à la ostentação de sucesso. O próprio MC Guime faz questão de exibir a todos – e principalmente em seus shows – todo o luxo circundante em sua vida: seus carros, motos, roupas de grife e ouro, muito ouro. Mas e a origem?
Em entrevista, a Profa. Dra. Maria Arminda do Nascimento Arruda, do departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, faz uma reflexão ao dizer que é como se essa origem humilde só lhes servisse (aos funkeiros) para entrar no mercado e vender, como se isso os tornasse algo diferenciado no mercado.
De acordo com a Profa., os objetos de ostentação significam socialmente e ter aquele que parece o mais caro, o mais valorizado no momento, fala mais de você e de sua posição. É um verdadeiro conflito entre o ter e o ser. O problema dessa esfera de consumo que passa a sediar os prazeres humanos faz com que se desenvolva uma identificação perversa entre consumo e posição social. É quase que contraditório ver tantos MCs que hoje apenas esbanjam e vivem uma cultura de exibicionismo de seus objetos materiais –  passam a ser veículos midiáticos.
Por outro lado, há também, em sua maior parte os próprios MCs, que o funk ostentação é uma forma crítica de mostrar que quem nunca teve direito ao consumo, dado a uma clara exclusão social e econômica observada no Brasil, pode sim consumir, assim como as madames da Oscar Freire e Cidade Jardim. Seria uma forma de mostrar à comunidade que todos podem consumir e podem fazer parte desse mundo que talvez ainda nem saibamos qual é, mas já que é importante consumir: ai vamos nós!
O sonho do exibicionismo próprio
Analisando o público abundante do funk ostentação, encontramos em suma pré-adolescentes e adolescentes, que vêem nos MCs um estilo a ser seguido. Para a Profa. Maria Arminda, um adolescente vê no MC todo o seu sonho de consumo (aquele lá, que começou ainda cedo quando a criança clamava por um Mc Lanche Feliz): as marcas, os carros e as mulheres, criando assim um sonho de ascensão a todo custo. Mas esse sonho custa caro, e muito caro. Ao concluirmos que o processo educacional que se desenvolveu no Brasil foi o de universalização, percebemos que ele encontrou drásticas falhas, sobretudo, no ensino público. A escola mostrou-se desinteressante e não oferecia mais garantias de ascensão e participação socioeconômica numa era controlada pelo capital, tudo isso aliado à dificuldade que a maioria das famílias de periferias encontram, de muitos filhos por casal e falta de políticas públicas, cria um conflito dentro do próprio jovem que quer consumir mas não enxerga vias para essa realização. A exorbitância consumista pode até abrir portas para um mundo muito mais difícil de sair, a criminalidade.
MC Gui, 14 anos, o prodígio do Funk Ostentação.
MC Gui, 14 anos, o prodígio do Funk Ostentação. Imagem: r7.com
Vamos cantar o TER
Parece ficar claro: o funk ostentação é uma resposta ao nosso estilo de vida. É uma resposta a esse modo de agir pensando em quando será lançado o próximo iPhone ou qual será a tendência na próxima coleção daquela marca que mal sabemos pronunciar o nome. Mas sabe por que ela incomoda? Porque essas camadas que antes estavam apagadas devido ao contraste urbano começam a aparecer mais, a brilhar mais que o seu Rolex. E tudo fica complicado e errado quando alguém lá do morro tenta invadir o camarote classe A – se autodenominando classe A.
Porém, mais triste que assistir a essa briga de classe que lembra os duelos de filmes de velho oeste, é assistir, de pista vip e tudo, o funk perder seu caráter rude, crítico e genuíno. Ver que um movimento que servia de integração, hoje começa a ser um segregador. É triste ver o funk ser domesticado pelo mercado e virar uma grande indústria cultural assim como aquela que você veste para se exibir .http://jpress.jornalismojunior.com.br/2014/06/funk-ostentacao-melodia-consumo/

terça-feira, 9 de junho de 2015

Sejam bem-vindos!!! Podem começar a postar!
Não esqueçam das referências e sejam criativos.

Abraços 😊😊😊😊