artes
Artistas transformam tapumes de construção civil em galeria de arte no centro de Corumbá
Obras de revitalização da Praça da Independência ganham vida nas mãos de artistas
Para que serve um tapume em uma obra? Cercar o terreno?Proteger a construção que está sendo erguida ali? Sim, serve para tudo isso, mas também para muito mais. Em Corumbá por exemplo, os tapumes que cercam as obras de revitalização da Praça da Independência vêm se transformando em uma verdadeira galeria de artes nas mãos de artistas da cidade.
Erik Silva

O projeto é uma iniciativa da Fundação de Desenvolvimento Urbano e Patrimônio Histórico (Fuphan), em parceria com a Fundação de Cultura de Corumbá e a Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Gerência de Ações para a Juventude). Batizado como “Arte Urbana”, conta com a parceria dos grupos Eterno Arte Crew e Cultura de Rua, além de outros artistas plásticos da cidade como Jamil Canavarros, Rubem Dário, Peninha (Marlene Mourão) e Elino.
Na tarde de ontem, terça-feira, a diretora-presidente da Fuphan, primeira dama Maria Clara Scardini, visitou o local e ficou entusiasmada com o que viu. “Isto é a mais pura arte urbana. A Prefeitura acertou em cheio em fazer esta parceria com os artistas da terra, responsáveis por esta intervenção urbana que está dando vida ao tapume que cerca a Independência”, observou.
Maria Clara ressaltou que é “importante desenvolver um projeto como este e trazer a arte para os espaços públicos. Aqui temos artistas de diferentes estilos e a proposta está sendo muito bem aceita para a população. Vai dar vida a esses painéis que abrigam a nossa principal praça”, ressaltou.
O material para confecção dos painéis está sendo fornecido pelo poder público. O projeto ainda vai definir uma data quando “os artistas serão as crianças, estudantes, que virão para cá, orientados por esses profissionais, para expressar a arte delas, falar por meio da arte, um pouco sob preservação do nosso patrimônio. Vamos envolver as crianças, fazer com que elas sintam que o espaço é delas também”, comentou Maria Clara Scardini. A diretora do Fuphan conversou bastante com os artistas e fez um pedido à população em geral: ajudar a preservar, conservar o trabalho que está sendo desenvolvido pelos artistas da
terra.
Artistas aprovam projeto
É o caso de Helker Hernany, o Primo, grafiteiro do Eterno Arte Crew. Ele é responsável por um painel que retrata uma das maiores riquezas da região, o meio ambiente (Rio Paraguai, o pescador em sua chalana, além de outros detalhes). “Quando conversamos com a equipe da Prefeitura para trazer a nossa arte aqui para a praça, ficou definido que iríamos trabalhar o nosso patrimônio, a nossa maior riqueza. E é isto que
estamos fazendo, abrindo mais um espaço para mostrar o nosso patrimônio material, imaterial, a nossa cultura”, disse.
Como o próprio Primo informou, o entorno da praça vai mostrar um pouco das belezas da região, o Pantanal, o Rio Paraguai, o pescador, a fauna, a flora, o Casario, São João, Carnaval, enfim, tudo ligado ao patrimônio material e imaterial da maior cidade pantaneira. Tem também historinhas interessantes. A artista plástica Peninha (Marlene Mourão), por exemplo, está retratando um trecho de uma conversa entre dois personagens de um de seus trabalhos: Mariadadô e Ninito, envolvendo a arte plástica, que é para “se olhar, se admirar”. Enquanto trabalhava em seu painel, Peninha celebrava a realização do projeto. Conforme ela,
“está sendo uma oportunidade, uma forma de expressar a arte, e mostrar que é preciso preservar o nosso patrimônio. Mostrar que não se deve pichar, mas sim se expressar por meio da arte”.
Na tarde de ontem, terça-feira, a diretora-presidente da Fuphan, primeira dama Maria Clara Scardini, visitou o local e ficou entusiasmada com o que viu. “Isto é a mais pura arte urbana. A Prefeitura acertou em cheio em fazer esta parceria com os artistas da terra, responsáveis por esta intervenção urbana que está dando vida ao tapume que cerca a Independência”, observou.
Maria Clara ressaltou que é “importante desenvolver um projeto como este e trazer a arte para os espaços públicos. Aqui temos artistas de diferentes estilos e a proposta está sendo muito bem aceita para a população. Vai dar vida a esses painéis que abrigam a nossa principal praça”, ressaltou.
O material para confecção dos painéis está sendo fornecido pelo poder público. O projeto ainda vai definir uma data quando “os artistas serão as crianças, estudantes, que virão para cá, orientados por esses profissionais, para expressar a arte delas, falar por meio da arte, um pouco sob preservação do nosso patrimônio. Vamos envolver as crianças, fazer com que elas sintam que o espaço é delas também”, comentou Maria Clara Scardini. A diretora do Fuphan conversou bastante com os artistas e fez um pedido à população em geral: ajudar a preservar, conservar o trabalho que está sendo desenvolvido pelos artistas da
terra.
Artistas aprovam projeto
É o caso de Helker Hernany, o Primo, grafiteiro do Eterno Arte Crew. Ele é responsável por um painel que retrata uma das maiores riquezas da região, o meio ambiente (Rio Paraguai, o pescador em sua chalana, além de outros detalhes). “Quando conversamos com a equipe da Prefeitura para trazer a nossa arte aqui para a praça, ficou definido que iríamos trabalhar o nosso patrimônio, a nossa maior riqueza. E é isto que
estamos fazendo, abrindo mais um espaço para mostrar o nosso patrimônio material, imaterial, a nossa cultura”, disse.
Como o próprio Primo informou, o entorno da praça vai mostrar um pouco das belezas da região, o Pantanal, o Rio Paraguai, o pescador, a fauna, a flora, o Casario, São João, Carnaval, enfim, tudo ligado ao patrimônio material e imaterial da maior cidade pantaneira. Tem também historinhas interessantes. A artista plástica Peninha (Marlene Mourão), por exemplo, está retratando um trecho de uma conversa entre dois personagens de um de seus trabalhos: Mariadadô e Ninito, envolvendo a arte plástica, que é para “se olhar, se admirar”. Enquanto trabalhava em seu painel, Peninha celebrava a realização do projeto. Conforme ela,
“está sendo uma oportunidade, uma forma de expressar a arte, e mostrar que é preciso preservar o nosso patrimônio. Mostrar que não se deve pichar, mas sim se expressar por meio da arte”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário