ARTE EFÊMERA
A arte rupestre por mais que se apresente na sua mais simples expressão e pintura, a mesma tem enormes significados e significantes. Em uma simples análise, aquilo que está grafitado naquelas rochas, não podemos ao certo sentenciá-los que àquelas maravilhas poderiam ser intencionadas para sua posteridade.
O ser humano em sua maioria pensam ou não pensam em procriar como forma natural de perpetuar sua espécie. Se os artistas pensam na questão ou não de se perpetuar em suas obras, ninguém sabe né? Mas uma analise, um questionamento, uma abordagem isso é inevitável. Até porque o mesmo participa do processo, ele é o processo; porque pensa, cria, executa, fica triste, alegre e pode até dizer ou não que faz parte desse processo. Observando esse pensamento, o que dizer de Michelangelo quando fez a escultura de Davi em mármore e Leonardo da Vinci quando pintou Monalisa? E de outros artistas que se for citá-los, mil páginas serão poucas.
Assim sendo, diante do conceito, o que dizer de um bolo bem enfeitado? Algo encantador aos nossos olhos, pode ser exemplo de arte efêmera. Acredito que esta arte nos leva ao mundo do imaginário, nos possibilitando pensar, criar e sairmos do mundo do apego dos bens materiais. Em pensar e falar, como é que podemos afirmar que uma que uma arte instantânea poderia ser considerada artes?
Então quer dizer que toda merda agora é arte? Não. Não é o caso falar disso agora, mas poderemos comentar em outra postagem.
Portanto, de acordo com o conceito e experiência já vivida, poderemos afirmar e sustentar que existe a ARTE EFÊMERA.




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